Em lutar, cair e levantar para ir até onde eu quero.
A Arte é a realidade interpretada, a realidade é a arte imperfeita... A Arte, meu maior refugio... minha maior covardia ( Jedai )
sexta-feira, dezembro 17, 2010
O Lado oposto
Em lutar, cair e levantar para ir até onde eu quero.
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Vivência
terça-feira, dezembro 07, 2010
Ao caos
Expandindo o universo, a noção
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Madrugadas
quinta-feira, novembro 25, 2010
Simples Coringa
Todos sentimentos, fatos, alegria e tristeza;
Algo que cada um sabe e não sabe ?
terça-feira, novembro 23, 2010
No mosaico de nosso silêncio
Eu estava voltando de um ambiente
Todo o calor sentimental humano...
O vermelho Tornando-se cinza,
Da ruptura de uma boa rotina
Dentro de nosso silêncio, lembranças,
O Tempo se passou, ao mar aberto
Vem esta tsunami e junto a Ultima peça,
Porém esta Ultima peça não se encaixa
Tento de mil formas reconstruir
Girar, rodar, cortar, uso da força,
Porque este meu mosaico não parece
Completo e finalizado como o Teu ?
Até Tento, em vão e erroneamente
Construir por Ti as peças que me faltam
Cometendo mesmos erros, involuntariamente
Apenas hoje fui perceber meu erro...
Que posso analisar e refazer, desta vez
Mesma ideia porém sem tais erros
O meu sol já num brilha como antes
E muitas vezes ter apenas escutado atentamente
Essa segunda visão reflexiva foi
Se analisados com padrões sociais
E não exteriorizar, como faço agora
De isto Ter sido meu ultimo mesmo-erro
Não procuro estar correto com tais palavras
Apenas a sinceridade e a volúpia de conseguir
Notar um possível defeito e saber que mudarei...
quinta-feira, novembro 18, 2010
Soneto ao fim de tarde
Este maluco ciclo de claridade
O qual chamamos:Noite e dia
Segue uma linha de fidelidade...
Seria amor astrônomo ou mania ?
Homo sapiens, sapiência na mente
poder de raciocínio, não sobre sentimento
Seria o amor apenas um detalhe que se sente?
Fidelidade apenas um ato do momento?
A fidelidade é apenas um padrão
Que há gerações vem sendo imposto
Para mostrar quem está em seu coração ?
Seria um sentimento de gosto?
Deleite a apenas uma tal pessoa
Volúpia ao amor, inconveniente posto ?
terça-feira, novembro 16, 2010
Dúvidas ?
Alguém está escutando barulhos ?
Aviões, que à minha vista parecem cruz
Estão voando acima de nós escondidos...
O armamento são caixas de pandora.
Está garoando explosivas caixas de pandora
O toque na superfície libera a onda...
O sofrimento,traição , desrespeito e ódio
É espalhado por todo um diâmetro terrestre
Devo eu viver alucinado o tempo todo ?
Deste modo estaria eu atrás de um disfarce hipócrita?
Olhe para dentro destes olhos frios, não verá nada
Estou fora da consciência, logo longe da demonstração sentimental
Talvez não serei tão bobo muito menos me entregarei tanto a algo
Devo eu sair andando pelo mundo sozinho?
Assim estaria eu cortando qualquer tipo de relacionamento?
Se não tenho contato com humanos,desaprendo sentimento
Logo sem sentimentos que me fazia um ser me torno um objeto
Perderia as melhores sensações, me pouparia das mais perfurantes facadas
Periodicamente deveria eu voltar ao real?
Para ver que estou perdendo a minha oportunidade de passagem ?
Nesta cela qual me prendi tem uma abertura com um fundo azul
No momento tal abstração deve ser a coisa mais perto do real...
Devo eu esquecer de ser humano ou aceitar a não humanidade presente?
Dizem: A vida não é fácil, só damos valor quando perdemos...
Tentar esquecer ou fugir do sofrimento seria negar a própria existência?
Logo... abraçar a ferida, aceita-la, sofrer junto e transformar em um acontecimento
Faz com que eu exista mais? Portanto Sofrer potencializa os prazeres de algum sentimento?
Palavras aleatórias,descrença à Percepção
Não iria escrever nada hoje,
Regras de escrita, artísticas
Nada me importam hoje
Vou apenas rabiscar uma folha
Pelos últimos acontecimentos,
As últimas discussões construtivas
Me mostram uma coisa tão simples:
Preciso me alienar também...
Nesse momento de ócio
Estou eu aqui, escrevendo
Exercitando minha mente
Meu pequeno senso crítico
Eu Poderia estar ligado
aos meios de comunicações
Sempre mesmas noticias, nomes diferentes,
Sempre a mesma manipulação
Ao invés de estar criando pensamentos
Poderia eu estar absorvendo pensamentos criados
E digo o que dizia o 'Louco' Raul:
Quem me dera ser burro, não sofria tanto
De minha Percepção fez-se minha utopia
Infelizmente, minha utopia está errada
Ou ninguém tem Percepção suficiente
Para perceber a raiz de certas feridas sociais
Saio, fumar um cigarro ao relento,
Estes relampejos no horizonte,instantaneamente,
Metaforizo tal cena à destruição
De meu nacionalismo crítico e esperança
quinta-feira, outubro 28, 2010
Transposição
É por estes simples visuais
que me 'prazeiam' em bater palmas
a beleza de um horizonte tricolor
mesclando-se ao zenith unicolor
A mística natural, a qual torna
um ambiente urbano em algo bucólico
a janela de um apartamento, sinto como,
o coração de um mistério irradiante, por beleza
A bola de fogo irradia a vida, a luz
refletidas em teus cabelos auricolores
cegam-me, saindo da tormenta do mundo real
entrando no mundo da imaginação...
A essência humana presa por tanto tempo
derrete a pele, acabando com a superfície
Apenas o lirismo como existência transpõe-se
a espaçonave à pletzu está a partir...
Não tenha medo desse horizonte que não vemos,meu bem
Este horizonte do lirismo, não é alcançado pelos olhos
é alcançado apenas por transposição da essência ...
De real, temos apenas a imaginação da inconsciência
Estamos agora no solo onde somos os mais sinceros,
Entraremos dentro de nós mesmo para nos conhecer,
podemos tudo criar, cuidado com o que crias, lembre-se:
Há duvidas sobre nós mesmo que ainda não as conhecemos...
sexta-feira, outubro 01, 2010
Emascaração
Ligue sua TV, sente-se que vai começar
A linda discussão da noite dos mascarados !
Todo um Brasil, estudado ou não, irá anotar
A vinheta então começa, preste atenção nos candidatos.
Quatro máscaras enfrentam-se verbalmente
Discutindo seus ideais e erros de máscaras alheia.
Lembre-se: Promessa não se cumpre minha gente !
Enganar, a mentira mais rebuscada, esta é a maneira.
O pano sobre a boca esconde dentes de ouro...
Garanto o leite de teu filho e o teu desemprego
Estou aqui e vivi de salário mínimo e já comi couro
Já guerrilhei contra ditadura e irei contra o alfabeto...
Desenvolvimento de "Imaginarium", prédios entalhados
O pano sobre a boca esconde a guerra nas escolas e ruas
Ultrapassei serras com firmas , industrias e tirei espantalhos.
Esqueci de suas necessidades, esqueça das minhas falcatruas.
Canto dos pássaros, o limpo ar cabônico
Sob o Tamar está ocultado o choro de gaia
Não desmate amazônia, a não ser que tenha a licença
Não mate os animais, a não ser que contribua com o PIB !
A mais comum das mascaras, Germânica por Marx
Acabarei com seu dinheiro que está em carros
As mansões serão demolidas, ao meu ouvido, som de sax
No lugar, reforma agrária,acabando com as casas debarro!
Anunciada pela vinheta, o término da arena
A Tv então volta a sua comum programação
O voto de cabresto,não acabou,esta em uma forma serena
E então sem pensar todo o Brasil esperando a alienação!
terça-feira, setembro 21, 2010
Arte x Realidade
Deitado com a maior tranqüilidade
Contato direto com a natureza.
Ao céu vejo o lindo sorriso do gato
A lua se reflete nas nuvens, esbanjando brilhos
Passando no céu, o Leão de Judáh
Em forma de uma pequena nuvem
Baila junto ao sorriso do gato
Sincronização astral de mil megatons
O fim do pensamento pessimista,
Apenas o flash de um sonho
Faz a paz pulsar de seu coração
Para todas entranhas de seu corpo
A brisa que vem debaixo do penhasco
Passa e leva as impurezas corporais embora
Pensamentos perturbadores então esvoaçam
Um simples vento distancia perturbações....
A pureza de todo este cenário dimensional
Reflete dentro de si em forma de sentimentos,
Muito tempo preso em si , por medo própio,
As mais puras sensações quebram as celas fictícias.
Viajar é necessário, para compreender o abstrato
A interpretação literária da realidade concreta
Traduz o lirismo até então incompreensível ...
A arte, seja qual for, é o dicionário do pensamento
E tudo não é nada mais que :
Uma lua minguante, um raio de luar
Uma nuvem, um vento sobre a montanha
E o sofisticado simples, tachado de feio para alguns....
terça-feira, agosto 24, 2010
Santa Fé Escrita
Indo ao caminho lunar
Uma enorme estrada abstrata
Estando a mente no ar
Simples ideia ‘barata’
O termo que é ultrapassado
Não acaba com o ambiente,
Pensamento mapeado
Faz que sejamos mais gente.
Pelo clima extasiado
Beleza estonteante
Pintar magnífico estado
Dum aéreo semblante
Beleza nomeada feio
É cego ao não perceber
O após nomeado meio
Sempre a essência do meu ser.
(Jedai e Pagan)sábado, julho 24, 2010
Humilde desabafo....
Na escuridão dessa madrugada
Os grilos fazem a solitária trilha sonora
A lua já se pondo, e eu aqui acordado...
Meus erros martelam minha mente....
Me exponho nestes humildes versos
Porque sou intuitivo quando preciso ser reflexivo ?
Porque sou reflexivo quando preciso ser intuitivo ?
Sinto saudade de minha 'sã' vida, alegre...
Sinto saudade de quem não preciso...
Me apaixono por lindas mulheres...
Elas vivem longe, raramente conversamos
Porém em pletzu sempre estou com tais
As pessoas que me amam, não as conheço
E as que conheço finjo não sentir nada
Porém esta semana sem vê-los
Percebo o quão tolo sou, porque não sou recíproco ?
Sinto saudade de minha esperança !
Sinto saudade de minhas utopias !
Preciso ter mais fé em meus ideais
Preciso ter mais fé em minha força de vontade !
Eu não tenho a mínima idea
De onde essa repentina angustia veio...
Talvez por dar valor as pessoas erradas
E por não perceber quem realmente está ao meu lado
Horas já se passaram enquanto eu escrevo
A escuridão foi trocada pelo brilho do sol
A trilha sonora dos grilos dá lugar aos cantos dos pássaros
Uma certa vez um doido me disse :
O caminho que todos seguimos é um rosa,
Há muitos nós e espinhos, não pare neles !
Seja persistente em seus ideais, chegara na flor !
Neste exato momento creio que estou
No maior espinho que possa imaginar,
Escrevo para me manter forte e sem medo
Ultrapassarei este paredão de angústia e voltarei ao caminho...
domingo, julho 18, 2010
Free- Donavan Frankenreiter
em uma nostalgica noite resolvemos fazer um cover de alguma musica.... o otavio sugeriu essa e assim se formou a banda espontaneamente.....
Otávio (cavaquinho e vocals)
Jedai eu (Baixo.... detalhe eu não sie tocar nada)
gordo (teclado)
Jarda e Tales (Violões)
Malu ( Backing vocal 1 oitava acima)
sexta-feira, julho 09, 2010
Belezas !
Nos olhos brilhantes de teu semblante
Vejo o reflexo das luzes de todo horizonte
A beleza das estrelas no céu acima do monte
Não supera a beleza da mulher de mim adiante.
terça-feira, junho 29, 2010
Reconstrução
Andando e observando
Algo para escrever,
Preciso encontrar algo real
Assim como o trabalho dos pedreiros.
Sobe lata, desce tijolo
Bate martelo, pega água, joga cimento
Observe a beleza da reconstrução.
Após a destruição, o esforço, casa nova fará.
Agora, escrevo pedindo esforços
De todos vocês, querido povo,
Estamos vivendo na destruição
Onde está a vontade de ver nossa casa nova?
Destruíram nossa casa, Gaia,
Com muito conhecimento,
Porém neste conhecimento
Não vi alguma sabedoria...
Sabedoria eu vejo num pensador
Que com sua viola, versifica a paz
Tossindo, descreve a beleza natural
A tranquilidade da humildade
As autoridades mais estudadas
Transformaram nossa magnífica casa
Em uma arena para matar nossos irmãos,
Proibiram nosso ideal, mataram a esperança
Eis que surge o sonho,
Trazer de volta o amor, a paz
O governo dos Sábios,porém
Como posso fazer isso ?
Sozinho nunca irei conseguir
Completar a reconstrução social
De nossa casa, que todos vivemos
Mas completo meu pensamento escrito...
terça-feira, junho 22, 2010
Refúgio Mental
Estou seguro aqui
Não, não quero sair
Pletzu é um lugar bom
Mas preciso, isso me fará mal
Pletzu é o lugar aonde não chegaremos,
Pletzu é uma dimensão da bondade,
Pletzu é Paixão por tudo, querida,
Pletzu, refúgio irreal da realidade
Querida, todo esse concreto
Jamais será construção, reflete!
Concreto gera ganância, ambição
Querida, não vês o sangue dos santos?
Está a descer dos prédios,
Escorrer às calçadas, sem manchá-las
Às crianças, potes de ervilhas
Aos seus pais, metralhadoras
Querida, não vês as lágrimas?
Descem e caem nos potes,
Alegria em ter o que comer,
Tristeza ao ver a decadência humana
Querida, não vês os sorrisos ?
Semblante de horror, poder,
pólvora nos bolsos, significado ?
Destruição dos sonhadores esperançosos
Como pode ser humanitarismo ?
Um lugar onde sedem 10 ervilhas
Porém vendem 100 armas !
E os 7 leitos ainda os seguem.
Estou seguro aqui
Não, não quero sair
Pletzu é um lugar bom
Mas preciso, isso me fará mal.
segunda-feira, junho 07, 2010
Quem é o louco ?
Olhe ! A cidade parada,
Estalos da fogueira , som da mata
Ao balançar de zéfiros
Luzes abaixo e acima,
Ao redor apenas breu
Sussurros agudos ouve,
Aqui não há marasmo...
Corra, Corra, Corra !
Saia da desconstrução
Que praticam lá em baixo,
Tente escapar, não desista !
Desconstrução da moralidade!
Desconstrução do amor!
Desconstrução do bem!
Desconstrução do homem!
Tente, mas num pode fugir
É uma onda que atinge todos
Que estão no mar, soterrados,
Soterrados pelos maus valores.
Pense no bem, construa o amor
Não os escute, desligue-se
Atraque em terra firme
O mar o chama, mas não zarpe
Olhe ! A cidade parada,
Você consegue agora ver?
Veja, você não está errado
O mundo está errado.
(Jedai)
Desculpem
terça-feira, maio 04, 2010
Pêndulo
Caindo o luar !
Do luar caindo
Relampejos molhados
Sobem às nuvens.
Uma roda, uma ciranda?
Ainda à luz dançam
Esperam sorrindo
A chegada do astro !
Lançar-se-ia longe
desta plataforma,
Caindo, chuva de prata
Barulho da rosa,
Atravessou entre tudo
Brilhando, molhando, subindo.
(Jedai)
Choro
Sentimento perfurante
Tristeza, alegria?
Talvez máxima sensação
Explodindo dentro da cela
De carne, ossos, sangue
Grades quebradas;
Ainda celadas, cela oprime
Inocente prisioneiro oculto
Cava um túnel sem ferramentas
Seu caminho subcorporal
Rasga carne feito garoa
Gelada, fria, salgada desce.
Saindo de sua cela
Muitas vezes escondida.
Lágrima desce pelo rosto
(Jedai)
Ciclo
Ao entardecer
O grande ídolo
De civilizações
Despede-se...
Misturas de cores,
Em meio ao breu
O grande ídolo Sol
Se reflete na lua...
Solitária, pálida
Fica ali parada
Após deitar-se
O grande ídolo reaparece.
(Jedai)
Reflexão
Aglomeração de pessoas,
Em volta de um fato
Já escrito por outra mão,
Causam tumultos e boatos
Observando, analisando
Talvez algum ser pense,
Se pensa, partículas energéticas
Dançam desordenadamente paralelas
Paralelismo perturbador
Lado a lado chocando-se,
Pensamento, valores e sentimentos
Canalizados em um túnel coerente
Coerência esquecida
No momento do primeiro trago
Daquele pensador fumante
Que analisa as pessoas
Fumaças paralelamente
esfumaçadas, dançam
desordenadamente no ar
fundindo-se em uma espécie de nevoeiro
Refletindo envolto do nevoeiro
Lhe vem a mente sobre nós, seres,
O que aconteceu com a dignidade?
O que aconteceu com o caráter?
Valores humanóides esquecidos
Alterados pelo mecanismo selvagem:
O mundo do ter reputação,
Apenas divertimentos insanos
Conflitos internos são gerados,
O tempo ocioso lhe permitiu pensar
Se entristeceu de perceber...
A decadência de nós mesmos
Com volúpia alegria em pensar
Percebeu que necessitava
De uma nova utopia
Cria-se um outro rumo de vida
Este ser agora possui...
Dentro de sua grande mente
Uma utopia a seguir, um sonho
Ressurge o raciocínio humano
Novamente com o poder
De se diferenciar dos outros,
O raciocínio lhe da idéias
Fugindo da coerência tubular
Um grande império resplandece
Não precisa de defesas
Ninguém pensa como atacar
Porque não pensam em pensar
Apenas um pouco de reflexão
A relação entre o ser humano
E o ser mecânico está feita
Gerando fissão de pensamentos.
(Jedai)
Azulação
Eu falo, falo, falo...
Nesses olhos azulados,
Nada mais que um fato,
Transcritos pelo mago
Também por "Dom Machado",
Capitu e sua mágica
De ter os olhos de ressaca !
(jedai)
Satisfação
Aquela vez em que te beijei...
a primeira vez,
senti meu coração batendo alto
pude perceber que os sentimentos mais puros
batiam na porta de meu corpo,
a alegria, o amor, e a satisfação
me fizeram entrar em transe.
Uma vida
Na terra onde me criei
Isso não faz muito tempo
Eu observava pássaros,
Eles sempre com olhos e ouvido atentos
Muito eu fui vigiado
De um modo nunca me incomodei
Sempre soube que meus atos eram comentados
Tranquilamente por seres de bem
Agora, viro meu rosto à janela
Um horizonte que não me traz ideas
A Noite sem cor, mistura-se com um arrebol
Pressinto o final, onde estará o sol ?
Acima de mim vejo pássaros
Aves negras, solitárias, robustas
Cujos olhos atentos a me vigiar
Enquanto caminho, sinto meu tempo findar.
(Jedai)