Aglomeração de pessoas,
Em volta de um fato
Já escrito por outra mão,
Causam tumultos e boatos
Observando, analisando
Talvez algum ser pense,
Se pensa, partículas energéticas
Dançam desordenadamente paralelas
Paralelismo perturbador
Lado a lado chocando-se,
Pensamento, valores e sentimentos
Canalizados em um túnel coerente
Coerência esquecida
No momento do primeiro trago
Daquele pensador fumante
Que analisa as pessoas
Fumaças paralelamente
esfumaçadas, dançam
desordenadamente no ar
fundindo-se em uma espécie de nevoeiro
Refletindo envolto do nevoeiro
Lhe vem a mente sobre nós, seres,
O que aconteceu com a dignidade?
O que aconteceu com o caráter?
Valores humanóides esquecidos
Alterados pelo mecanismo selvagem:
O mundo do ter reputação,
Apenas divertimentos insanos
Conflitos internos são gerados,
O tempo ocioso lhe permitiu pensar
Se entristeceu de perceber...
A decadência de nós mesmos
Com volúpia alegria em pensar
Percebeu que necessitava
De uma nova utopia
Cria-se um outro rumo de vida
Este ser agora possui...
Dentro de sua grande mente
Uma utopia a seguir, um sonho
Ressurge o raciocínio humano
Novamente com o poder
De se diferenciar dos outros,
O raciocínio lhe da idéias
Fugindo da coerência tubular
Um grande império resplandece
Não precisa de defesas
Ninguém pensa como atacar
Porque não pensam em pensar
Apenas um pouco de reflexão
A relação entre o ser humano
E o ser mecânico está feita
Gerando fissão de pensamentos.
(Jedai)
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