terça-feira, dezembro 07, 2010

Ao caos


O não conhecido caos, eu o adoro,
A desorganização que se faz organizada
Não o caos do desespero, destruição
Do violento caos do planeta onde moro

O surgimento de toda ciência moderna,
Jurássica concentração em uma densa 'desconstrução'
Explode, lançando destruição criadora, paciência
Expandindo o universo, a noção

O caos se resume em beleza
Como se jogar duas cores de tintas
Misturá-las, no começo, serão cores avulsas
Ao termino teremos a beleza de uma única cor

Tente observar o movimento da cidade
Gente indo, vindo, carros, luzes acendem, apagam
Ninguém concreto os organiza, sem finalidade,
Apenas há o peso da força do caos organizando-a

Imagine os átomos, minúsculos, inavivados, formam
Estrelas, sóis, planetas, arvores, e também humanos....
A beleza do caos, não está no movimento dos átomos
Mas sim como os átomos se põe, somos o cosmo se conhecendo...

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