terça-feira, junho 28, 2011

Algum Verão

Poderia eu morar nos pólos
Já que dizem que o meio
Transforma o homem
E quem sabe ser frio...

Deste modo talvez
Não precisar mais
A frieza transparecer,
Apenas vive-la intensa

Querer de novo o A de Eros
Porém como correr atrás
Se a praga de tal me consome,
Em conjunto com o seu criado, o Medo

A dependência do sorriso,
Tê-la esquecido, sendo então,
Apenas uma recordação da beleza,
O Prazer de meus olhos serem universal...

Sentado ali, acima do monte,
O vento do gelado zéfiro
Esfriando o corpo físico
 Enfatizando os sentidos...

Texturas de infinitas possibilidades
 Brilho e cores ficam intensos
 Odores, quais tão visuais inimagináveis
 Sabores opostos em uma ténue linha
Sons, nunca tão artísticos, interpretados

Este ser, poesia, que se demonstra
Parece estar um ser confuso, sim,
Confusão da mais pura percepção,
Emocional, racional e clássica.

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